Lançado o Livro das Fadas
O primeiro livro Virtual Aeternus
ADEUS AOS OBJETOS, ou o Nabokoviano em Nabokov Thursday, March 01 @ 19:38:29 BRT por Administrador (81 visualizações)
ADEUS AOS OBJETOS, ou o Nabokoviano em Nabokov
Jansy Berndt de Souza Mello, 2011
Good-bye to Objects, or, the Nabokovian in Nabokov,
Mikhail Epstein (in A Small Alpine Form: Studies in Nabokov’s Short Fiction, ed. by Gene Barabtarlo and Charles Nicol, New York: Garland Publishers (Garland Reference Library of the Humanities, Vol. 1580), 1993, pp. 217-224.)
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A DEFESA DE LUZHIN Tuesday, May 24 @ 20:03:01 BRT por Administrador (333 visualizações)
A DEFESA DE LUZHIN
“Xeque-Mate Psíquico”
Jansy
Berndt de Souza Mello, 2011
A propósito do seu livro "A Defesa de Luzhin" Nabokov adverte
sobre "a imanência intrincada do xadrez no enredo e
nas imagens que constituem sua principal metáfora," antes
de descrever seu personagem central como desajeitado e sujo, mas
dotado de uma "estranha habilidade em fazer-se amado"
porque "há nele algo que transcende a rudeza de sua carne cinzenta e
a esterilidade do seu genio recôndito".
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Já há mais que Mil e.. três ensaios sobre sexualidade...e perversões... e homos Monday, September 06 @ 09:25:55 BRT por Administrador (629 visualizações)
“Já há mais que Mil e.. três ensaios sobre sexualidade...e perversões... e homossexualidade”
Luiz Fernando Gallego
1.Relacionamentos sexuais em período mais recente do que na Grécia antiga ([3][3])
Randolph Trumbach ([4][4]) diz que foi na metade do século XVIII que emergiu na Inglaterra e Noroeste da Europa a moderna concepção dos gêneros e dos relacionamentos sexuais: os papéis masculino e feminino, seu significado e a relação entre eles passaram por uma revolução que integrava o nascimento da cultura moderna ocidental – o Iluminismo.
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Estética barroca: a mente devassa a paixão. Monday, June 07 @ 17:34:43 BRT por Administrador (1488 visualizações)
Estética barroca: a mente devassa a paixão. Mércia Pinto
Não se discute arte barroca sem se estudar a propaganda religiosa e a retórica, como o barroco se dirige à mente do espectador por meio de emoções. O século XVII caracteriza imoderado gosto por classificações e tipologias. Ao se publicar o “Tratado das Paixões” (Descartes, 1648), expressar afetos manifestou-se uma ambição comum: entender seus mecanismos, transcrever e ordenar seus efeitos em vocabulário conciso, para impressionar o espectador. A descrição dos processos e a discussão das teorias que os sustentam é o tema deste artigo, que pode ser lido na íntegra clicando aqui.
Estética barroca: a mente devassa a paixão. Monday, June 07 @ 17:28:25 BRT por Administrador (2138 visualizações)
Resumo
Não se discute arte barroca sem se estudar a propaganda religiosa e a retórica, como o barroco se dirige à mente do espectador por meio de emoções. O século XVII caracteriza imoderado gosto por classificações e tipologias. Ao se publicar o “Tratado das Paixões”(Descartes, 1648), expressar afetos manifestou-se uma ambição comum: entender seus mecanismos, transcrever e ordenar seus efeitos em vocabulário conciso, para impressionar o espectador. A descrição dos processos e a discussão das teorias que os sustentam é o tema deste artigo.
Palavras Chaves: Estética, história da arte, música barroca.
Abstract
Baroque aesthetics: the mind inquiries the passion
One cannot discuss baroque art without studying the religious propaganda and the rhetoric, as it addresses to the spectator through their emotions. The 17th century is characterized by the taste of classification and typologies. By the publishing of “Treatise on Passion” (Descartes-1648), expressing affects turned a common aspiration: to understand their mechanisms, to write out and arrange their results in a concise vocabulary in order to move the onlooker. The aim of this article is to describe and discuss the theories that support these processes.
Key words: Aesthetics, history of art, baroque music.
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Poesia: Gerard Galloway Thursday, December 03 @ 09:29:44 BRST por Administrador (1444 visualizações)
Contos: Nicolau Tuesday, November 17 @ 14:10:25 BRST por Administrador (922 visualizações)
Mércia Pinto.
Nicolau era o papagaio de minha avó. Naquele tempo,
além dos agregados familiares que moravam e trabalhavam na casa, só saindo
quando se casavam, ainda se criavam muitos bichos; soins, gatos, cachorros, e
não faltava um papagaio que comia os restos de miolos de pão com café que
sobravam na mesa. Assim era na casa da minha avó. Viviam com muita
simplicidade, mas a população de agregados e bichos parecia não pesar no
orçamento familiar.