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Divulgação
Lançado o Livro das Fadas
O primeiro livro Virtual Aeternus

  
A hora azul

Espaço que se destina às titilações estéticas da técnica cinematográfica e da fotografia, e das artes em geral.


A Faca n`Água, Polanski: Les jeux sont faits

avaliar e admirar a obra de Roman Polanski, a partir de um primeiro estímulo com o filme A Faca N´Água


A mídia é média

Assuntos ligados aos meios de comunicação tradicionais (jornais, revistas, televisão, rádio, etc) e aos mais recentes (internet, jornais on-line,etc). Críticas e reflexões sobre a informação e suas manipulações, ideários e ideologias, explícitas e implícitas. Sempre que possível, centrar fogo no meio em si e menos na mensagem; quero dizer: evitar a discussão mais específica sobre o conteúdo das notícias que mereçam ser debatidas(por exemplo: a crise política em si mesma pode ser discutida mais pertinentemente na lista "E agora, José?"; aqui, pode-se destacar os interesses envolvidos nas notícias pró- ou contra o governo; sei que será difícil mante essas separações, por hábito, preguiça, inércia ou nossa proverbial bagunça; mas, quem sabe?)


Aberta a Temporada de Caça aos Poemas

propostas informais de poemas e traduções


Acalanto

Propõe-se a discutir algumas idéias em torno do conteúdo terrorífico comum a várias cantigas de ninar.


Agora sim, o Festival de filmes 2006

Os filmes do festival deste ano que começa sexta feira dia 22/9 no Rio. Depois podemos ter espaço para o festival de São Paulo


As Horas de Virginia Woolf, do livro ao filme .


As Invasões Bárbaras

A proposta é de dar continuidade a uma série de debates organizados por Luiz Fernando Gallego Soares, para a SBPRJ, sobre o filme " As Invasões Bárbaras". Os textos dos comentadores e outros que já vem circulando por e-mail devem ser incluídos, em breve, neste forum .


casa do século vinte e um

sugestões para facilitar a vida dos cidadãos acomodados


Cinema, Erotismo e Mídia

Erotismo de 'Néon' e Erotismo Sagrado
por Marcos Florião

O bombardeio midiático sempre elegeu a oferta de estímulos eróticos virtuais como um de seus preferidos.
Historietas, fotografias, presumíveis escândalos, programas especializados...ninguém restará indiferente - fale bem ou fale mal - a respeito.
Animadores de auditório e sofisticadas produções especiais, entre outras, são oferecidas aos interessados, a grande maioria explorando o corpo feminino. Caras e bocas, beicinhos, rebolados, lingéries, danças...Ousadas acrobacias e artifícios - tudo em nome de cativar o freguês, de "satisfazê-lo".
Onde ficaria o erótico, afinal ? É erotizante o que ali se apresenta ? A que fim serviriam ? Na interface do embate, não falta quem tache de ofensivas e prepotentes tais manifestações. Assim como os defensores as dizem inofensivas e inocentes - também aqui as opiniões se dividem.
Sem tomar partidos, sem querer forçar conclusões apressadas, enveredo por caminhos alternativos, ligados à Arte, para discutir mais a fundo a questão. Assim se passa no Festival de Cannes, por exemplo. Já se espera algum tipo de escândalo que vá "animar" a Croisette, ávida de festas e inusitadas atrações. E ao sabor das décadas os estilos vão mudando, assim como as abordagens preferidas por cada artista.
Poderíamos transitar desde o clássico voyeur de James Stewart em "Janela Indiscreta" ( um Hitchcock de 1954 ) até o filtro de essências e estruturas que Marco Bellochio passa no tema em seu "La Condanna" (no Brasil "O Processo do Desejo"- 1991 ). No caminho, entre muitas alternativas, podemos citar en passant as apropriações que Brian de Palma faz do olhar erotizado, evidenciadas sobretudo em "Dublê de Corpo" ( 1984 ) e "Femme Fatale"(2002).
Denys Arcand já fizera um tour intelectual-sensível em seu "O Declínio do Império Americano" ( 1986 ), discutindo, entre muitas coisas, os rumos da palavra e do gozo na encruzilhada pós-AIDS e seus corolários.
O comovente e amargo sabor que Wim Wenders nos faz provar em sua narrativa de "Paris Texas" ( 1984 ), atento aos rumos e às discutíveis inovações erotizantes do pós-moderno, forçava ainda mais o elo sensível no tema.
Chega-se, mais recentemente, à tendência ao 'intocável' e a uma certa plastificação da sexualidade, que vemos matizada em "Exotica" (1994 ), onde Atom Egoyan faz com que as dançarinas se exibam sobre mesas, representando variados 'papéis' - ligados ao (in)consciente coletivo : a colegial, a pantera, a inocente...junto a clientes aos quais é vetado qualquer contato físico.
Plastificação que se acentua mais e mais, corroborada e assinada pela era do silicone e Botox, e onde "o destino do corpo é tornar-se prótese", como quer Jean Baudrillard.
A partir da anatomia de esculturais modelos, de sua postura e movimentação, e de todo esse conjunto de tendências, encontro um referencial estético para avaliar o filme "Esposamante". Tanto por suas instigantes qualidades quanto pela curiosa conjunção que cerca sua realização, pode ser considerado perfeito paradigma para a discussão do tema. Trata-se de uma obra de 1977, pré-aparecer-é-poder, pré-Reaganomics e globalização, pré-Aids, pré-terroristas de plantão no noticiário.
Marco Vicario, o diretor, até então apresentara apenas um erotismo leve ( ou seria melhor chamá-lo leviano ? ) ao invés do sensível drama que nos conta.
A atriz que faz o papel central - Laura Antonelli - delicadamente feminina e belíssima, iniciara sua carreira no 'pornozão'. E não só chegou a este filme como adiante alinharia-se a Luchino Visconti em "L'Innocente", baseado em Gabrielle D'Annunzio, trocando o tosco e a malícia rudimentar por formas inegavelmente mais rebuscadas e 'nobres' de Arte.
A trama central envolve um promíscuo negociante de vinhos, bem sucedido cidadão do início do século XX numa aldeia italiana, que gere com sucesso a bela situação financeira que sua esposa trouxe à união. Por sua vez, Antonia tem extrema dificuldade em sair do leito - o faz apenas amparada - e foi diagnosticada uma forma rara de paralisia pelos médicos. Escuta disco ao gramofone que reproduz ruído de trem, "trazendo a domicílio" a viagem que não pode fazer. É motivo de galhofa dos locais.
A galinhagem do marido, seu machismo tolo exercido nas longas saídas "a negócios" e a manutenção de Antonia como 'mãe assexuada' enquanto está sendo traída delineiam o cotidiano. Até que...
Habilmente o roteiro "engessa" o personagem do marido, em pequena trama ligada a um crime, e o libertino vê-se inexoravelmente enclausurado na casa de um amigo, vizinha à sua. Como em demonstração de teorema, veremos Antonia complementando a trajetória do cônjuge. Transformado em compulsivo voyeur, assiste atônito a retumbante recuperação de sua moglie.
Que cumpre seu papel e decide viver : torna-se mulher. Refaz as forças, retoma os negócios, prova vinhos, descobre todo um mundo do qual era excluída. Noitadas em tabernas, contas altas de quartos de casal, freqüência a clubes fechados e requintadíssimos. Até contos e escritos romantizados do marido, impressos em gráfica.
O novo perfume de mundo leva-a a envolver-se com amantes. Inveja a descontração de mulheres mais ousadas, cheira éter para decolar, arrisca um ménage com um casal de amigos do marido. Dá festas em casa, conversa risonha, descontraída - o marido entra em franca ansiedade, mortifica-se.
A costura final reserva uma descoberta através de ato falho do amigo ( um dos múltiplos espelhos propostos pelo filme, que não cabem aqui desfiarmos ) : Antonia redige "perchè?" sobre uma notícia de jornal que o amigo-escudeiro comprara, comentando o misterioso e mantido desaparecimento de seu marido.
Diante da percepção de que este ainda hesitava e preferia manter-se o peeping Tom ao lado, recebe um amante em casa e faz uma privilegiada exibição de sexo explícito para seu fã. Sou mulher ou não ? Aprovada ? Trepo direitinho ?
O marido retorna ao lar e a trama se encerra.
Em paralelo, enriquecendo-a e dando dinâmica ao foco central, Vicario propõe múltiplos espelhos. Sabemos que o amigo escudeiro ( Gastone Moschin ) também é apaixonado por Antonia, vê-se refletido na dor e angústia do marido. Uma bela e jovem noiva da região (Annie Belle ) faz jogo duplo reprimido-liberal, compraz-se com o comportada-safada, e deseja que Antonia "traia seu homem como traí o meu". Transita em mão dupla também com o casal : é amante de Luigi ( Marcello Mastroianni ) e cobiçadíssima pelo indisfarçado olhar - ainda que não cristalizado em cantada...- de uma Antonia-fracota. Um igualmente jovem médico, idealista e socialista ( Leonardo Mann ), que despertara o coração de Antonia para a sexualidade ligada ao amor, deseja-a...única para si - alinhando-se a seu marido.
Se tomarmos todo o corpo do filme de uma só vez, veremos que todo o trajeto de poder que o atravessa remete ao casal central. Estariam livres, ao final ? Sim, bem provavelmente. Poderosos ? Sim, bem provavelmente.
Chega a hora de remeter esse poder ao que o encorajou, ao que o percorreu todo o tempo. Ambos estavam exercendo-se e se distanciando, mas lá no fundo o forte neles era o companheirismo, a inexplicável vontade de estar juntos. A isto chamo trazer o poder para dentro da relação.
Poderiam perder-se no caminho, o amor resvalar para outra banda...ninguém está livre disto!
As escolhas que Antonia e seu marido fazem em sua trajetória podem, sim, ser tachadas de ofensivas e potentes. Ofensivas não no sentido de ofender, mas antes de arriscar, invadir. Potentes não no sentido de ostentar poder, mas no de potencializar, abrir rumos.
E falando nestes, talvez o mais importante aqui seja o elo erotismo-amor. Se o casal do filme vivia no simulacro, seria o caso de arriscar afirmar que simulacro pode ser acreditarmos no casamento. E que o resultado de alguns anos juntos, então, seja o casamento verdadeiro...
Questiono ainda o rumo que o casal dará ao 'saber' obtido, a economia das mini revoltas íntimas do dia a dia. Que - enfim - os definirá como par viável ou não. Consagrando seu erotismo.


Comentário sobre Rouanet e seus Dez Amigos

Será realizada conferência pelo autor do livro Os Dez Amigos de Freud, S.P. Rouanet na Academia de Tênis, no dia 28.6.2003, seguida dos comentários de Jansy B.S.Mello


Contos

Discussão sobre a poesia, ou apresentação de poemas escritos pelos participantes e outros poetas, mais contos originais. Inauguramos com o conto "A4" de Olegario de Carvalho


De Estruturas Narrativas

A partir de um ensaio autodenominado 'técnico' de Tzvetan Todorov - "As Estruturas Narrativas" -, o autor estuda os rumos do estruturalismo literário. Vindo do 'formalismo russo' e radicado na França, tornou-se importante 'elo vivo' ligado ao estruturalismo francês, traduzindo inúmeras obras de formalistas russos, até então inacessíveis. Adoro a citação de Todorov 'não se pode verbalizar com impunidade : dar nome às coisas é mudá-las'. Mudemo-las, então ?


Dogville visto por L.F. Gallego

Prosseguindo com os debates sobre cinema, apresento mais um instigante texto de Gallego, esperando que os participantes do Aetern.us tomem parte nesta conversa.


E agora, José?

Lembrando a famosa pergunta nihilista/deseperada/derrotista/perplexa de Drummond em um de seus poemas mais conhecidos, sugiro que aqui se discuta o filme de terror que o Brasil, estarrecido, está vendo de novo: motoristas, secretárias & malas cheias de dinheiro.


Entrevistando Osmyr F. Gabbi Jr.

Pretende-se apresentar as idéias originais deste filósofo da psicanálise, detalhando suas investigações sobre a ligação entre Freud e o Empirismo inglês e seu trabalho sobre Politzer.


Escrita na era da Internet

estimulando o debate por escrito sobre as mudanças nas formas de expressão e dos registros da memória


Esquizofrenia, Vozes e Sintaxe

Brainstorm sobre Loucura na literatura


Fakes e Sintomas

Espaço separado para discutir aspectos psicológicos e psicanalíticos destacados de outros debates sobre cinema, poesia, pintura...


Festivais, filacteras e festões

Pretendemos dar continuidade ao debate sobre vários temas a partir do estímulo inicial de um filme que serviria de elo entre estes assuntos diferentes


festival de cinema do Rio 2009

críticas dos filmes lançados no festival carioca feitas por Luiz Fernando Gallego G.Soares


festival de filmes 2006

atualizar as discussões em andamento na lista sobre festivais dos anos anteriores


Festival de Filmes Rio 2005

Comentários sobre filmes exibidos no Festival de Filmes do Rio de Janeiro entre 23/9 e 6/10/2005 e assuntos correlatos na base da livre asociação que caracteriza este site.


Filme Solaris e a Força da Ilusão

Comentários de Luis Gallego à segunda versão do filme.


Filmes 2007


Filmes 2008

Espaço aberto a críticas, artigos e discussões sobre filmes exibidos em 2008


Filmes 2009

Lançamentos nos cinemas em 2009


FILMES 2010

Comentários críticos e debates em torno dos filmes do ano


Filmes em DVD

Filmes em épocas diversas, em DVD


Filmes em DVD para assistir em casa

sugestões de filmes para quem pretende evitar aglomerações nos cinemas


Furia Narcisica

espaço para comentarios sobre o filme " Encontros e Desencontros" a partir de um artigo do LF Gallego


insomnia

passa tempo noturno e forma de exilio


insomnia

passatempo noturno


Insustentável leveza da resignação?!?

Vertigem, abismo, queda livre, morangos... y otras cositas más


interpolando

continuação da conversa mixta entre va savoir e Françoise Dolto


Inutilidades & bobeiras

O nome já diz tudo: bobagens que cada uma acha engraçadas e pede a Deus para os demais também acharem.


Jogo de Espelhos

Definindo um novo tema que permita a acolhida de várias reflexões contrastantes


Manda Chuva, guarda chuva, sombrinha

conversa descompromissada celebrando as chuvas que começam em Brasília


Matrix, Realidade e Representação

Discussão do filme "Matrix" a partir de um ponto de vista psicanalítico (Winnicott)


Memórias não-vividas

Em suas “Memórias” Mark Twain dizia algo como: “Quando era mais jovem podia me recordar de tudo que vivi; agora, com vantagens, poso narrar memórias do que nunca vivi”. Aqui é o espaço da nostalgia pura e simples, de encontrar o que Luiza perdeu na horta sem nunca ter ido lá, “memória do lixo”, sem caráter pejorativo, de coisas inúteis que não conseguimos esquecer, tão inúteis como aquele algo mais que faz com que nem só de pão viva o homem. Nostalgia a todo vapor: anos passados em Mariembad, anos futuros em Caxambu, memórias virtuais em Minas Gerais, dias por vir em Sambaqüi, saudades do Brasil, I miss you very much, suco de tomate, banana split, Cines Metro, Praça Paris, Palácio Monroe, “Príncipe” que veste hoje o homem de amanhã, Repórter Esso, testemunha ocular da História, dias idos e vividos, já que as coisas findas, muito mais que lindas, essas ficarão.


Meu mundo caiu...

Digressões cinematográficas que se iniciam com a Orquídea Selvagem


mundo ideal x mundo real


Narrador, vozes, autoria

Ainda no tópico Cinema, esticando até a literatura e o teatro, pretendemos discutir as figuras do narrador


O bicho homem

Há um reducionismo de uma "moderna" psicologia humana "mais científica" que nos limita a uma etologia, instintivismo ou algo mais perigoso que pode se encaminhar para um neodarwinismo social que já foi usado para justificar os preconceitos nazistas quanto a "raças superiores" e "inferiores". Será isto o bicho-homem ou somos feitos da mesma matéria dos sonhos?


O Colecionador

A partir do episódio real da menina sequestrada por oito anos, lembranças dos livors "The Collector" de Joihn Fowles e do romance de Nabokov pré-"Lolita", "O Mágico"


O Lenhador

A partir do filme " The Woodsman" discutir-se questões como a dor, perversão e pedofilia


o silêncio dos intelectuais - do aeternus

Por que as vozes dos intelectuais do aeternus não se manifestam? Cadê o Gallego, o Marcos, a Jansy, entre tantos outros, com suas reflexões instigantes? A lista já voltou a funcionar senhoras e senhores. Sem vocês a vida do aeternus fica esvaziada. Proponho falarmos sobre o tema do silêncio. Existe um silêncio primordial? Como lidar com o silêncio nas várias facetas de nossa existência: profissional, pessoal, social, familiar, enfim ...? As várias formas de silêncio. Como esse tema foi/é tratado na literatura, na filosofia, no cinema, na música, na ciência, na política. Enfim ... o tema está posto.


O sublime e o trágico

Li um artigo, por estes dias, que citava o elo que Schiller faz entre o sublime e o trágico, ao mesmo tempo que este mesmo autor colocava o trágico em Nietzsche como sendo de outra dimensão, conceituado sob outra ótica. Por outro lado, revi hoje "Wilde" ( Brian Gilbert/1997), e além de ressaltar a corretiva de que asserção 'há duas coisas trágicas na vida : a 1ª é não se conseguir o que mais se deseja; e a 2ª é conseguir" é de autoria de Oscar Wilde, e não de George Bernard Shaw, como eu aludira há algumas semanas nas listas. Erro indubitável que preciso corrigir, ainda que Wilde e Shaw tenham muito em comum... Se alguém domina Filosofia a ponto de discernir a diferença Schiller/Nietzsche na área que citei, e se disponha a fazer uma digressão a respeito, agradeço. Meu raciocínio caminha com Schiller, num vínculo evolutivo/natural entre o sublime e o trágico. Foi nessa corda bamba que Oscar Wilde viveu, tentou equilibrar-se e morreu. Talvez tivesse alguma consciência de que martirizava-se, quando o caldo entornou, talvez não. Ou ainda, talvez, tenha sido 'pego em flagrante dizendo a verdade', parafraseando em vivência uma de suas próprias citações.


Of Leftlovers & Solitude

"(...) Sempre me restará amar. Escrever é alguma coisa extremamente forte mas que pode me trair e me abandonar. Posso um dia sentir que já escrevi o que é meu lote neste mundo e que devo aprender também a parar. Em escrever eu não tenho nenhuma garantia. Ao passo que amar não acaba. Amar eu posso até a hora de morrer. É como se o mundo estivesse à minha espera. E eu vou ao encontro do que me espera".


Oscarizando o cinema

Propomos dar continuidade aos debates sobre cinema, constratando os filmes consagrados pela "academia" e os independentes.


Pesquisas no campo da Psicossomática

Este espaço destina-se ao debate sobre os vários projetos em andamento sobre a Medicina Psicossomática e sobre aportes advindos de outras áreas, como a psicologia e a pedagogia.


poema aos 10 anos


Pornógrafos Unidos

Espaço livre para temas ligados ao erotismo e pornografia, sin jamás perder la ternura. E a elegância e o bom gosto, please!


Prazer, repetição & uma perspectiva

Debates iniciados a partir do texto "O Conto do Vicário" de Jansy B.S.Mello sobre os temas: repetição, pulsão de morte, seminário d´A Carta Roubada de Lacan, da perspectiva e a máquina.


Questão de Imagem

Título brasileiro do novo filme da Agnés Jaoui, acaba sendo uma questão muito atual da chamada Cultura do Narcisismo, questão esta que já se fez presente em outras listas de debates. Como ficamos muito centrados em "Closer" está na hora de falarmos de outros filmes (e assuntos) prá ver se mais membros de nosso Exército de BrancaBrancaBrancaleone retornam às lides.


Questão de ponto de vista

Uma tentativa de ajuste nas confluências e/ou trombadas de opinião do cotidiano dos participantes das listas


Recados

Apenas para recados sociais e afetuosos


Recanto Sórdido

Ainda discutindo filmes, destaque para aqueles que retratam a vida nua e crua de um modo particularmente cruel.


Recordar é Viver

lista dedicada a uma retomada de filmes antigos


Romances de mistério, contos policiais

retomada da questão sobre vida e morte na arte a partir de uma literatura "menor"


Texto de Françoise Dolto

Homens, mulheres, famílias saudáveis, identificação sexual e doenças mentais


Trovinhas bem trovadas

Para quem curte as rimas


Va Savoir

Nova lista e por que? Sabe-se lá? A inspiração básica parte do filme com este título de Rivette.


Va Savoir avec Savoir

Retomando uma lista antiga com temática bem aberta para acolher qualquer tipo de debate.


Vitrine

retomar filme de Steve Martin para debate


Viva a Diferença

continuação da conversa na lista da "interpolação", com cena não obscena e o epiceno acrescentadas.


  

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