Welcome to Aeternus

Aeternus


 Create an AccountSite | Enviar Artigos | Seu Perfil  
Usuário Info
Bem-vindo(a), Anonymous
Nome de usuário
Senha
(Cadastre-se)
Cadastramento:
Último: leviathan
Hoje:: 0
Ontem: 0
Total: 159

Pessoas on-line:
Visitantes: 10
Cadastrados: 0
Total: 10

Sumário
 Site
 Administrador
Accès réservé aux membres Estatísticas
 Debates
 Lista
 Descrição Listas
 Artigos
 Artigos Topics
 Arquivo de Artigos
 Autores & Artigos
 Os 10 mais
 Literatura
 Contos Originais
 Crítica Literária
 Poesias
 Ensaios:Nabokov
 Livro Caripeba
 Livro das Fadas
 Estética Barroca
 Entrevistas
 Downloads
 Informações
 Blog
 Web Links
 Seu Perfil
 Procura
Accès réservé aux membres Calendar
 Artes
 Poesias
 Gallery
 Testemunho
 Videos
 Culinária
· My eGallery
 Ajuda
 FAQ
 Fale Conosco
 Avaliação
Accès réservé aux membres Calendar

Divulgação
Lançado o Livro das Fadas
O primeiro livro Virtual Aeternus

  
The Begining (Ruy Penalva/2004)

(350 total de palavras neste texto)
(573 visualizações)   Imprimir




Um poema é algo que não se acaba nunca, se desiste de terminá-lo. Este nasceu de um momento meio mágico quando cheguei em casa para almoçar e ele pintou na minha tela, eu já estava no banheiro despido; vesti a bermuda e deixei as linhas mestras dele rabiscado "inintelegívelmente" num papel. Ele insistia em ser feito todo e foi me tomando em pura liberdade imaginativa e imagética, mas eu estava com pressa e adiei terminá-lo. Juro que se o tivesse feito em ligeira embriaguês e de chofre ele teria saído melhor. Não está de todo ruim, ele é um Imagema, um poema em cima da imagem, ou um PoeMagem, um poema calcado na imagem.

 

The Begining (Ruy Penalva/2004)

Alguma coisa me diz que ela vai me fazer feliz,
Não sei se é pelo seu nariz ou por algo que me recorda um filme de Hollywood,
Em que faço o papel de bandido e assalto diligências cheias de ouro,
Sob tiro cerrado do exército Americano, com farda azul.
Algo me diz que eu vou voltar a ser um Cheyenne montado num cavalo sem sela,
E vou raptá-la para levá-la por prados floridos,
Onde Odonatas e Lepidópteras dançam ao som de uma trilha sonora,
Na qual não faltarão pausas, nem para o suspense nem para pipoca.
E que na hora do nosso beijo vai aparecer um The End,
E eu vou dizer: Não, não acabou não, continua na próxima sessão”...
E muitas pessoas irão para casa pensando em nós dois,
Pensando na cena final do nosso beijo,
Pensando no quanto a felicidade pode ser congelada na tela.
E vamos viver por muitos e muitos dias nos corações das pessoas.
Até nós, vamos acreditar que fomos felizes, e fomos mesmo...
E vamos fazer um pacto de entrar na tela e nos congelarmos para sempre na imagem.
E quando para além da imagem e da mensagem nós formos de verdade,
Então seremos felizes por termos sido felizes a trinta quadros por segundo.

The End.

  

[ Voltar Poesias | Índice de Seções ]

Web site engine's code is Copyright © 2003 by PHP-Nuke. All Rights Reserved. PHP-Nuke is Free Software released under the GNU/GPL license.
Tempo para gerar esta página: 0.10 segundos