Welcome to Aeternus

Aeternus


 Create an AccountSite | Enviar Artigos | Seu Perfil  
Usuário Info
Bem-vindo(a), Anonymous
Nome de usuário
Senha
(Cadastre-se)
Cadastramento:
Último: Isadora
Hoje:: 0
Ontem: 0
Total: 171

Pessoas on-line:
Visitantes: 8
Cadastrados: 0
Total: 8

Sumário
 Site
 Administrador
Accès réservé aux membres Estatísticas
 Debates
Accès réservé aux membres Lista
 Descrição Listas
 Artigos
 Artigos Topics
 Arquivo de Artigos
 Autores & Artigos
 Os 10 mais
 Literatura
 Contos Originais
 Crítica Literária
 Poesias
 Ensaios:Nabokov
 Livro Caripeba
 Livro das Fadas
 Estética Barroca
 Entrevistas
 Downloads
 Informações
 Blog
 Web Links
 Seu Perfil
 Procura
Accès réservé aux membres Calendar
 Artes
 Poesias
 Gallery
 Testemunho
 Videos
 Culinária
· My eGallery
 Ajuda
 FAQ
 Fale Conosco
 Avaliação
Accès réservé aux membres Calendar

Divulgação
Lançado o Livro das Fadas
O primeiro livro Virtual Aeternus

  
UM IDOSO NONAGENÁRIO

Página(s): 1/3
(2589 total de palavras neste texto)
(1512 visualizações)   Imprimir




Projeto: O ENVELHECIMENTO NO OUTONO DA VIDA
Tema: UM IDOSO NONAGENÁRIO
Texto: = Escolha do tema básico = P/O

PORQUE ?

Porque, entre muitos, preferi o presente tema básico como título e objeto do próprio trabalho que se configura como projeto de vida.
Desde os séculos III e IV, há 200 a 500 anos a.C., que o Talmud - nome rabino dado à compilação das leis judaicas civis e religiosas - expressa esta norma: “A coisa principal na vida não é o conhecimento, mas o uso que dele se faz”.
O conhecimento é o elo entre o passado e o presente. O registro do pretérito e a análise da situação ocasional marcam e sinalizam o processo histórico. Portanto, sua utilização e o empenho em melhorá-lo, pela pesquisa e as informações em fontes adequadas, materializam o interesse que o assunto venha a despertar e não raro incentivar novas experiências.
Torna-se fundamental, então, definir-se não só o objetivo como o seu campo de abrangência, de modo que se possa planejar o respectivo projeto. Esse planejamento basilar representa a sustentabilidade da estrutura e da tecnologia a serem adotadas para a execução de suas etapas, assegurando-se, assim, confiável desempenho e eficientes resultados. Conforma-se desse modo, o antigo adágio de que o saber é o conhecimento obtido pelas informações colhidas e a experiência adquirida na vivência de dado assunto.
Para o nonagenário que já está na fase biológica em que a memória e o raciocínio se ressentem da carga degenerativa própria da idade, não será confiável e nem conveniente optar pelo simples “arquivo da lembrança”. O resultado poderá ser desanimador e o projeto provavelmente irá para o “escaninho do esquecimento”.
O fato de se comemorar 90 anos de vida saudável é gratificante, Graça de Deus. Eu a recebi, consciente, a 2 de maio de 2003.
Por este tempo comecei a sentir que a PVC (Plena Velhice Chegada) já estava se instalando e com ela a falta de ânimo natural para empreender atividade nova e mais movimentada. A tendência indicava que seria mais oportuna a opção de um coerente projeto de lazer combinado com terapia geriátrica.
Por formação de berço sempre estive entre aqueles que consideram a Família como a organização social exemplar. Nela os direitos e deveres de cada um dos seus integrantes não são gravosos. São, isto sim, laços sublimes de harmonia, de assistência mútua e de amor que estão a salvo dos próprios transtornos da vida.
Desde os primórdios da humanidade que a união familiar é tida como a base propulsora das civilizações e do progresso humano. Admite-se que a vida em família teve início na era pré-histórica, há mais de 300.000 anos, à época dos primeiros grupamentos humanos. Nos séculos XVII e XVIII, principalmente, a literatura acompanhou a importância da cultura na França e no mundo europeu, sendo pródiga em conceitos sobre a função da família.
Acostumado à comodidade do aposentado há quase 20 anos venho, graças a Deus, usufruindo a mordomia do apoio e assistência familiares tão necessários e que nos tocam fundo nos sentimentos. Assim, no todo familiar personalizávamos o “vovô” e a “vovó” da família.
Eis que, abruptamente, surgiu-me uma tendinite aliando-se à discreta e antiga artrose dos membros inferiores e das respectivas articulações. Tal complicação levou-me a recorrer da ajuda de meios artificiais para me locomover, ainda que com bastante dificuldade.
Acresce, ainda, que a situação então presente, tornou-se mais penosa com o falecimento de minha esposa - que já era portadora de graves seqüelas de um AVC passado. Esta perda irreparável ocorreu poucos meses antes dela completar, também, os seus 90 anos de vida e mais de 64 anos de um casamento feliz em que o amor, o desvelo e o companheirismo eram pérolas constantes em nossas vidas. Sua ausência, agora, será motivo de perenes saudades e de tristeza interior.
Precisava reagir e não me entregar à subseqüente angústia. Sabendo que dispunha de precioso elemento propulsor - a família - para enfrentar o desafio da enfermidade e da melancolia. Sozinho, é certo que não teria condições para assumir uma atividade que demandasse esforço, trabalho e maior mobilidade.
Dou Graças a Deus por continuar contando com a ajuda dos queridos familiares. Estes tudo fazem para consolar-me e assistir-me com sua ajuda, dedicação, amizade e companhia.
O apoio familiar constituiu a pedra fundamental para que eu pudesse dar prosseguimento à almejada realização desta “tarefa de casa”. Procurarei, enfim, executar uma atividade que, exercitando a mente, dará trabalho aos neurônios, possuindo ao mesmo tempo a importante função de proporcionar específica experiência que irei tendo à medida que o projeto for se concretizando.
O motivo da escolha do tema do projeto foi a conscientização de que a senectude, a idade avançada, o envelhecimento e suas singulares conseqüências têm sido razão de preocupação e de reflexões íntimas do ser humano em todas as épocas. A partir das últimas décadas essa preocupação - velhice ou fase idosa - passou a ser, também, objeto da atenção da sociedade, do Estado, governos, organizações não governamentais, associações e das próprias pessoas que vieram a se interessar mais na procura e adequação de medidas mais objetivas, de assistência mais direta à crescente parcela das populações que ingressam na conhecida faixa da “terceira idade”, ou seja, aquela de mais de 60 anos de idade.
O objetivo a que me propus é o de conciliar ocupação espiritual que, em sendo voluntária o é, portanto, sem maiores responsabilidades para com terceiros. Virá adicionar aos necessários exercícios físicos e cuidados fisioterápicos a concomitante necessidade de uma ocupação mental que venha estabelecer a integração mantenedora do corpo aliado à mente. Não importa que estes estejam em processo de declínio. Será sempre vantajosa esta opção do que deixá-los ao abandono, o qual, certamente, nos levará ao estado de desagradável decrepitude.
Assim posta, a coletânea de excertos seletivos em que eu possa ter acesso às suas respectivas fontes, dá-me a oportunidade de reuni-los e apreciá-los na medida do meu próprio nível de conhecimento e será um ponto de constante interesse.
Adequando-me, dispus-me enfrentar a realização de “EXCERTOS” sob o tema do idoso e, particularmente, daqueles que já se acham contabilizando a dezena dos 90 anos de idade vencidos sob as mais diferentes condições de vida.

COMO PRETENDO FAZER ?

Tentarei a resposta para algumas das várias condicionantes individuais que a pergunta - tópico - Por que? - oferece, do mesmo modo quanto à escolha de sua metodologia de execução que se mostrar mais conveniente.
Tão profundo é o assunto que terei de me por a par de alguns dos seus principais aspectos. Ao mesmo tempo terei de comparar as observações pessoais, que a vivência da faixa etária me proporcionar com o que se estuda a respeito do tema, em satisfatória visão de um panorama diversificado e exigente quanto às suas fontes. Neste, tem de se observar a confiabilidade dos autores, a natureza dos documentos compulsados a as várias informações da mídia moderna dadas em ampla rede eletrônica - a Internet.
Embora sendo trabalho despretensioso e incerto, não sei até onde poderei chegar ou parar no meio do caminho. Só Deus o sabe!
Mais que um simples singular passatempo, espero que minhas reflexões sirvam de algum modo a meus familiares, em sua adequada época. Ou a alguém que se sinta interessado em conhece-las.
A busca de informações desses indispensáveis conhecimentos, a leitura do que me for dado encontrar nas fontes consultadas e a cuidadosa sistematização das matérias em repositório fácil já são, por si, tarefa que ocupará tempo e dedicação próprios da atividade de um nonagenário curioso.
Como síntese metodológica do Projeto valer-me-ei da seguinte sistematização:
    • As fontes consultadas e utilizadas em cada texto, apresentado sob a forma de capítulo seqüencial, serão citadas como referências bibliográficas no final do respectivo capítulo;
    • Os autores e fontes que tenham tido referências especiais serão, igualmente, citados e se possível mencionados quanto à época, sua origem especializada ou não, além de outros dados que sejam julgados de interesse específico;
    • A redação da apresentação, como a de outras partes do texto podem ser de minha autoria ou podem ser ajustes originais, desde que tornem mais fácil a compreensão da sua leitura ou, ainda, algumas transcrições fiéis das respectivas fontes que, embora não autorizadas, passem a ser valiosas para a clareza do objetivo desejado, estarão apresentadas entre aspas.
Neste contexto do projeto a minha participação se assemelha à do tecido conjuntivo. Dá a ligação, a sustentação e a maleabilidade entre as várias partes do texto, sendo fundamental para estabelecer o perfil e o sentido da exposição do assunto tratado e considerado em seu conjunto. Tem função conectiva, amalgamando diversos conceitos e particularidades provenientes de várias fontes. Pinceladas que objetivam tornar claro e conformar o entendimento ou tentar expressar imagem mais nítida daquilo que se está apresentando.
Finalizando, quero registrar a importante ajuda dada pelos familiares e eventualmente, também, por outras pessoas interessadas. Ajuda esta que se concretizará pelo incentivo para prosseguir na transformação de “escritos garatujados” e traídos pela PVC da vida (Própria Velhice Chegada) em perfil moderno e, ainda, pela principal e agradecida paciência que, não raras vezes, lhes será “gentilmente” imposta pela corrida contra o tempo.
A tudo isto o meu sincero e reconhecido muito obrigado.
    • Para frente é a seta indicativa da esperança de até onde pudermos chegar com disposição.

Do velhinho, um tanto enrolado, que procura aplicar a genuína “hermenegeutica”, na formatação e sinceridade dos textos !

Hermenegildo Bastos de Campos

“Hermenegeutica” : Neologismo particular do vocábulo jurídico - Hermenêutica - com o estilo - será ? - do Hermenegildo, no sentido figurado de facilitar a compreensão de partes ou expressões dos textos.

PENSE :
“Copiar trechos de um livro: dá um plágio;
Copiar de dois livros: um ensaio;
Copiar de três livros: uma tese de doutoramento;
Copiar de quatro: uma quinta obra de erudição.” (*)
Copiando mais de cinco: dá “EXCERTOS” ... (de H.B.C.) .
(*) do Dicionário Universal de Citações, de Paulo Ronai – Ed. Nova Fronteira – Ano 2000.

Brasília, DF. 2004

   Próxima página (2/3)

[ Voltar Testemunhos | Índice de Seções ]

Web site engine's code is Copyright © 2003 by PHP-Nuke. All Rights Reserved. PHP-Nuke is Free Software released under the GNU/GPL license.
Tempo para gerar esta página: 0.04 segundos